Crítica: “Little Boy – Além do Impossível”

Little Boy Pôster Nacional Crítica“Little Boy – Além do Impossível” é um daqueles filmes emocionantes que nos fazem realmente refletir sobre nossa existência. Neste caso especificamente, sobre a fé e tudo o que ela é capaz de realizar em nossas vidas.

Pepper Flynt Busbee (Jakob Salvati – o “Little Boy” do título) é um menino de apenas 8 anos, muito baixo para a sua idade. Uma criança que sofre diversas agressões – o polêmico bullying- devido a sua altura.

Filho de Emma Busbee (Emily Watson), uma doce dona de casa, e James Busbee (Michael Rapaport), o amoroso dono de uma oficina de automóveis, tem como irmão mais velho o patriota London Busbee (David Henrie). A vida de todos corria bem, até que James é enviado para a Segunda Guerra Mundial.

A mãe e o irmão ficam desolados com o desdobramento dos fatos, assim como o pequeno Pepper, mas ainda assim ele mantém a fé de que o pai retornará são e salvo. Quem o ajuda nesse caminho é o Padre Oliver (Tom Wilkinson), que quando nota que o menino pode perder a fé, lhe entrega uma lista de coisas que ele deve cumprir para ter seu pai de volta.

O filme é cheio de reviravoltas e acontecimentos impressionantes, que podem levar o público ao riso e às lágrimas ao mesmo tempo. E apesar de ser um pouco lento no desenrolar dos acontecimentos, ainda assim é capaz de prender a atenção.

O tema é relativamente comum, pois o cinema já apresentou inúmeros dramas e histórias de superação e fé emocionantes, entre outros longas que retratam famílias que perdem um ente querido em guerras grandiosas, mas isso não o torna um plágio e sim, só mais uma narração semelhante.

O interessante aqui são justamente os extremos: como um garoto tão pequeno – no tamanho e na idade – pode ter uma fé tão grande e inabalável, a ponto de fazer com que todos ao seu redor acreditem e se contagiem também.

Acredito que essa seja exatamente a grande ”jogada” que o diretor e produtor Alejandro Monteverde tentou e conseguiu criar, para mostrar ao público que é possível mover montanhas e que basta ter fé do tamanho de um grão de mostarda, para atingir o impossível, como diz a Bíblia.

O longa está disponível somente nos cinemas da rede Cinépolis no Brasil.

por Tabatha Moral Antonaglia – especial para A Toupeira

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