Crítica: “Max Payne”

max-payne-poster-criticaChega aos cinemas a mais nova aventura adaptada do mundo dos games para a tela grande: “Max Payne” (Max Payne). Quem não conhece a história do jogo não ficará perdido, pois o diretor John Moore recriou nas telas o clima noir e o thriller sombrio do personagem e sua busca por vingança.

O protagonista vivido por Mark Wahlberg é um policial que não segue as regras. Está decidido a encontrar os assassinos de sua família e para alcançar o objetivo passa por cima de todos em seu caminho. À medida que busca mais pistas sobre o caso ele descobre uma rede de traições e perigos sobrenaturais.

Mas não vá ao cinema esperando encontrar tiroteios, pancadarias e sangue por todos os lados. O longa prima por um roteiro denso e dark, a narrativa nos leva ao lado psicológico do anti-herói e seus companheiros de luta.

O game que dá nome ao filme foi lançado em 2001 e sua seqüência em 2003 (Max Payne 2: The Fall of Max Payne), com cenas em estilo de coreografia, natureza cinematográfica e lutas em câmera lenta.

Vá conferir e depois jogue uma partida para conferir se a adaptação cinematográfica valeu a pena.

por Clóvis Furlanetto

Filed in: Cinema

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