Crítica: “Rogue One – Uma História Star Wars”

rogue-one-poster-criticaATENÇÃO: RISCO DE SPOILERS

“Rogue One: Uma História Star Wars” (Rogue One: A Star Wars Story). É com esse título que damos início ao inesperado… Como será o primeiro filme derivado dessa maravilhosa e longeva saga? O que está reservado para nós, fãs, nesse futuro incerto? Foi assim que adentrei a sala de cinema, com essas incertezas, mas confiante de que a Disney faria um ótimo trabalho.

Infelizmente, o letreiro inicial não existe… Começa com o tão conhecido “Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante” e já corta para o filme, estratégia da Disney para diferenciar a “saga principal” dos derivados.

Somos apresentados rapidamente a todos os personagens que compõe o esquadrão “Rogue One” e aos vilões como o diretor Orson Krennic (Ben Mendelson), que, diferente da imponência mostrada nos trailers, é totalmente ofuscado pela versão CGI (que em minha opinião, ficou perfeita) de Peter Cushing, o Grand Moff Tarkin, o verdadeiro vilão da história.

Varias referências são mostradas ao longo da trama dirigida por Gareth Edwards, um verdadeiro fan service. A presença do maior vilão de toda saga, Darth Vader, se resume a cerca de 4 minutos, mas as duas cenas em que aparece são de arrepiar, expondo um lado cruel desse personagem inigualável.

A protagonista Jyn Erso (Felicity Jones) parece jogada na tela, sua presença se resume ao fato dela ser filha do homem que ajudou a projetar a Estrela da Morte e suas motivações são um pouco fracas. Já Cassian (Diego Luna), Baze (Jiang Wen), K2-SO (Alan Tudyk) e os demais membros do Esquadrão Rogue, se sobressaem mais, principalmente Chirrut (Donnie Yen), cuja fé na Força e habilidades em luta, suprem a falta dos Jedi no longa. Entre os nomes já conhecidos, Bail Organa (Jimmy Smits), ao sair de sua cena final, deixa a sensação de que é a última vez que o veremos, pois sabemos qual é o seu destino trágico.

Com ação o tempo todo, ritmo frenético, chegamos ao 3º ato com uma verdadeira “Guerra nas Estrelas” entre Império e Rebelião, onde há mais personagens populares – os membros do Esquadrão Vermelho que lutaram na Batalha de Yavin estão lá, em CGI.

Com um final trágico e ao mesmo tempo esperançoso, os Rebeldes conseguem sua primeira vitória contra o malvado Império Galáctico (como diz o letreiro inicial de “Star Wars IV – Uma Nova Esperança”). Para coroar de vez a produção, ainda há uma pequena, porém muito importante participação de um dos nomes mais aclamados da franquia: a Princesa Leia Organa (Carrie Fisher).

Imperdível.

por Thiago Kenobi – XO do Rebel Legion Brasil – especial para A Toupeira

Filed in: Cinema

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