Crítica: “The Last – Naruto, o filme”

The last Naruto pôsterDepois de meses de espera, os fãs de Naruto podem realmente se animar: “The Last – Naruto, o filme” (Naruto the Last – le film) chega aos cinemas e promete não decepcionar os admiradores do jovem ninja. O retorno dos personagens carismáticos e das lutas incríveis agora vem acompanhado por um roteiro elaborado e potencialmente apocalíptico, criando grandes expectativas.

Com Tsuneo Kobayashi responsável pela direção, o longa, baseado na obra de Masashi Kishimoto, foi lançado duas semanas após o término do mangá e é o primeiro a fazer parte da história principal de Naruto, pois ocorre dois anos depois dos acontecimentos da Quarta Grande Guerra Ninja – diversas cenas de destaque do anime são relembradas por meio de flashbacks.

Para quem não acompanhou o mangá, é importante frisar que, embora o enredo tenha ligação com a história, as batalhas não ocorrem entre os integrantes da Vila de cada país. Kyozuka Maruo, roteirista, com a supervisão do próprio Kishimoto, buscou certo distanciamento da história e evidenciou um novo vilão: Toneri Otsutsuki, último descendente de seu clã que tem por objetivo destruir a espécie humana.

Carregado de ódio pela humanidade por ela ter transformado o chakra em arma, Toneri não medirá esforços para destruir o planeta Terra e transformar em realidade o desejo de seus ancestrais. Como já era de se esperar, os escolhidos pelo Hokage Kakashi para impedirem o vilão de concretizar seu plano serão os personagens que já conhecemos: Naruto, Sakura, Hinata, Shikamaru e Sai.

No entanto, essa convocação só foi necessária devido a um acontecimento que o próprio clã Otsutsuki causou, raptando um dos personagens (por engano) para conseguir para si o poder que ele carrega em sua linhagem sanguínea. O que pareceria ser simplesmente uma luta do bem contra o mal, vira um mar de reviravoltas quando nomes conhecidos surpreendem a todos tomando decisões inesperadas e impensáveis.

Se ao final da sessão temos enfim a resposta do que já era esperado há mais de dez anos, os almejantes de casais do anime também ficarão surpresos com as cenas pós-créditos, quando o “sonho” concretiza-se mais e torna viável o pensamento de uma nova estrutura para um possível novo mangá ou filme de Naruto.

Humor, ação, aventura e amizade: tudo isso presente nessa produção ao melhor estilo Kishimoto. Vale a pena assistir.

Por Ary Cruz – especial para A Toupeira

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