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Team Solid estreia no VALORANT com line-up experiente e mira vaga no VCT Americas

Imagem: Divulgação – Team Solid

Após atingir a marca de 17,2 milhões de jogadores ativos, com picos de quase 5 milhões de jogadores simultâneos em um único dia, o VALORANT ganhou um novo time.

O Team Solid oficializa sua entrada no cenário competitivo do jogo com a aquisição de uma line-up já estabelecida, marcando um novo capítulo na trajetória da organização brasileira. A decisão estratégica vem em um momento de expansão da marca, que busca consolidar sua presença em diferentes modalidades dos e-sports.

A entrada no VALORANT não representa um abandono do Counter-Strike 2, como esclarece a organização. “Diferente do que vão pensar, não saímos do CS2 para entrar no VALORANT, foi uma coincidência de momentos. A decisão de investir na equipe coincidiu com a pausa na participação no CS2 e a identificação de uma oportunidade promissora no mercado”, explica o CEO do Team Solid, Marcos Guerra.

Equipe consolidada e com ambições de títulos

A estratégia adotada pela equipe do rinoceronte, mascote do time, foi pragmática: em vez de formar uma equipe do zero, optaram por adquirir uma line-up já em atividade no Valorant Challengers Brasil (VCB), o principal torneio nacional da modalidade. Esta abordagem permitiu à organização entrar no cenário com jogadores experientes e já adaptados ao alto nível competitivo.

Comandado por Peu (Pedro Lucas), ex-FURIA e LOUD, o projeto tem como foco conquistar a vaga no Ascension e garantir o retorno ao VCT Americas, a elite do Valorant nas Américas. A base da equipe já atua junta há algum tempo e chega com entrosamento, estrutura e bagagem de experiência no sistema de franquias da Riot Games.

A nova formação conta com nomes de peso:

Havoc (Ilan Eloy) – Sentinela: especialista em segurar bombsites e com game sense apurado.

Dgzin (Douglas Silva) – Duelista: entry fragger explosivo, conhecido pelo impacto em rodadas decisivas.

Raafa (Rafael Lima) – Controlador: domínio estratégico do mapa e excelência no uso de smokes.

PxS (Josh Brunelli) – Flex: versátil, se adapta a múltiplos agentes e atua como suporte tático da equipe.

Kon4n (Vitor Hugo) – Iniciador: utiliza habilidades com precisão para abrir espaço e dar suporte às execuções.

Segundo Marcos, a escolha por uma equipe consolidada foi fundamental para acelerar os resultados em uma liga altamente competitiva. “Nosso objetivo é claro: entrar com o pé direito, brigar pelo título do VCB e, principalmente, construir um projeto duradouro e competitivo”, reforça.

Mais do que vitórias, o Team Solid também pretende fortalecer sua atuação fora dos servidores. A organização se destaca pela produção de conteúdo e engajamento com a comunidade — diferencial que pretende levar ao público de VALORANT. Patrocínios e novas parcerias já estão em negociação para sustentar o crescimento da equipe na modalidade.

Apesar de ainda não possuir uma academia ou base no cenário, o time não descarta a expansão futura com foco na formação de novos talentos. “Por ora, a missão é uma só: levar o nome da Team Solid para o topo do VALORANT brasileiro, e, em breve, internacional”, finaliza Marcos Guerra.

da Redação A Toupeira

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