Direto da Toca: Fomos conhecer a sala “Herdeiros de Blair” da Escape Time

Com o gênero terror em alta no que diz respeito à criação de jogos de fuga, a Escape Time oferece mais uma boa opção para os fãs do tema com a sala “Herdeiros de Blair”.

A trama coloca os escapers no papel de herdeiros de uma imensa propriedade nos arredores da assustadora Floresta de Burkittsville, próxima à cidade americana de Blair. Caberá aos jogadores encontrar elementos que provem ser inverídica uma conhecida lenda local que credita diversas mortes de crianças à ação de uma bruxa. Tudo isso em até 60 minutos, antes da chegada de um pretenso comprador imobiliário.

Caso tenham êxito, o valor imobiliário da região sofrerá um bom reajuste e aumentará a quantia a que cada herdeiro terá direito. Agora, se a lenda for verdadeira, a fuga se tornará impossível e o destino da equipe será bem menos atraente.

A sala comporta grupos de três a oito integrantes. Dessa vez, a formação dos Escapers Divertidos se deu com seis elementos, o que me pareceu um bom número – tanto para transitar pelos ambientes sem esbarrar uns nos outros, quanto para buscar soluções simultaneamente.

O cronômetro já é disparado quando o time está em uma espécie de antessala, na qual é necessário encontrar a solução para abrir a porta principal que levará até o cenário que simula a tal floresta amaldiçoada. Como já era de se esperar, o ambiente é bem escuro, mas há pontos específicos de iluminação que são suficientes para enxergar os cadeados nas tentativas de inserção de senhas, assim como para fazer anotações necessárias.

Também há uma pequena lanterna disponível no próprio rádio pelo qual os jogadores se comunicam com os monitores para solicitar dicas. No nosso caso, fomos auxiliados pela monitora Luana, que foi bastante efetiva em suas orientações e nos deixou à vontade para tentar resolver os enigmas por nossa própria conta – o que sempre transforma a experiência em algo mais positivo, já que o legal mesmo é conseguir entender a proposta de cada desafio sem precisar de um encaminhamento muito específico.

O jogo é bem linear e cada quebra-cabeça leva a outro em uma progressão lógica e eficaz. Durante a partida várias peças (à primeira vista, aleatórias) são encontradas e conforme a história vai se desenrolando, é possível entender a importância de cada uma delas para seu desenvolvimento. Vale dizer que é preciso ficar atento a todos os detalhes, porque a baixa luminosidade dos ambientes pode contribuir para que nem tudo seja visto de imediato.

Escapamos faltando 17 minutos e 19 segundos para o final do tempo limite de 60 minutos, com a certeza de que, quando ouvimos o que os outros integrantes têm a dizer e não queremos resolver tudo sozinhos, conseguimos ter partidas mais fluídas e trabalhamos em grupo com mais eficiência – o que faz toda a diferença nessa sala.

IMPORTANTE: Para chegar à sala, é preciso subir um lance de escadas e as portas que levam aos ambientes internos podem não ter largura suficiente para a passagem de uma cadeira de rodas e serem obstáculos para os que apresentam mobilidade reduzida. Quem tem problemas relacionados à visão também pode se sentir incomodado com a pouca iluminação dos cenários.

Para mais informações e reservas, acesse: www.escapetime.com.br.

por Angela Debellis

Filed in: Direto da Toca, Saia da Toca

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