
Crédito: Divulgação
Assistir à peça “Os Chocolix – O Mistério do Som” é como abrir uma porta colorida para um mundo onde os adultos voltam a ser crianças. E os pequenos vivem um daqueles momentos que ficam guardados para sempre na memória.
Logo que as luzes se acendem, o palco vira um grande universo de fantasia. As roupas coloridas, as músicas animadas, as brincadeiras e os personagens fazem a criançada entrar com facilidade na história. E o mais bonito é olhar para a plateia e perceber os olhinhos brilhando a cada nova surpresa.
De repente… algo acontece: a energia acaba! E agora? É aí que começa a grande missão da turma. Os personagens precisam da ajuda da plateia para recuperar a energia que está dentro do cacau. A luzinha dele está ficando “fraquiiinnnhhaaa”… e o divertido é ver o Teatro inteiro entrando na brincadeira para ajudar.
Tio Show e Mel comandam essa aventura com muita alegria, fazendo as crianças cantarem, responderem, baterem palmas e participarem da história o tempo todo. E entre uma brincadeira e outra, a peça também ensina, de maneira leve e carinhosa, sobre alimentação, amizade, diversão e imaginação.
Quando os personagens descem do palco e vão até o público, acontece a mágica que talvez só o teatro infantil consiga criar: a fantasia fica pertinho. Dá para perceber o encantamento dos fãs mirins ao encontrarem Chocolyne, Trufão, Caramelo, Max, Doce Cookie e Chocomark quase “de verdade”.
Baseada na popular série infantil “Os Chocolix”, criada por Jaqueline Shor, a peça é voltada especialmente aos pequenos de até cinco ou seis anos — justamente a fase em que imaginar ainda é tão natural quanto brincar.
E talvez seja exatamente isso que “Os Chocolix – O Mistério do Som” faça de mais bonito: lembrar aos adultos que a infância mora nos detalhes mais simples… numa música cantada junto, numa “luzinha” imaginária dentro do cacau ou num sorriso encantado ao final da apresentação.
A peça fica em cartaz até 31 de maio, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, no Teatro UOL, localizado no Shopping Pátio Higienópolis, na capital paulista.
por Carlos Alberto Quintino – especial para A Toupeira


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