Direto da Toca: Conhecemos a sala “Chernobyl – O Silêncio Mortal” do Escape 60

Crédito: Reprodução

Quando entramos em uma escape room, é claro que a expectativa gira em torno do que encontraremos, de todos os desafios e em como acontecerá a imersão no cenário, ou seja, queremos fazer parte de uma história o mais interessante possível.

Após as primeiras informações sobre o jogo – dadas pelo simpático monitor Felipe, a quem também coube a tarefa de responder nossas questões baseadas em experiências anteriores – eu e meus colegas Escapers Divertidos adentramos na sala “Chernobyl – O Silêncio Mortal” que, como o próprio nome indica, simula uma instalação nos arredores da famosa cidade ucraniana que sofreu as consequências de um acidente nuclear.

Junto ao grupo, fica o Doutor Alexei Pasternak, último sobrevivente da catástrofe (personagem interpretado por outro monitor, Lucas), que passa a partida inteira no cenário e é graças à sua participação que conseguiremos as dicas para resolver parte dos enigmas. Ele foi um dos melhores monitores que já tivemos até hoje, sendo muito eficiente através de gestos e de uma adequada atuação.

Aos escapers caberá encontrar o caminho para sair do laboratório abandonado, antes do prazo máximo de 60 minutos. A princípio, o jogo me pareceu simples – apesar de contar com algumas particularidades que podem dificultar o andamento para alguns, mas após cerca de 15 minutos, essa impressão já havia passado e deu para notar que teríamos mais dificuldade do que eu esperava para escapar.

Os enigmas seguem uma lógica precisa (o que para mim sempre faz uma enorme diferença) e se apresentam como obstáculos variados, o que exige que diversas habilidades sejam postas à prova – lembrando sempre que nenhum tipo de esforço físico é necessário.

Crédito: Clóvis Furlanetto

A “simplicidade” do cenário – perto de algumas outras salas que já jogamos – acaba sendo um de seus maiores trunfos. Não haveria coerência em ter um ambiente minucioso e impecável, se a intenção era fazer com que tivéssemos a sensação de estar em uma locação onde ocorreu um acidente de tal magnitude. Ponto para quem entendeu isso e criou uma imersão objetiva e eficaz.

Nosso grupo estava com o número máximo de participantes para esta sala – oito, no total – o que quase sempre é sinônimo de encrenca em algum momento, quando todos começam a falar (entenda-se gritar) ao mesmo tempo e nenhum consegue de fato desenvolver o necessário para chegar à resolução. Mas, o jogo tem um diferencial bem curioso e que cabe na proposta do tema para recolocar os diálogos nos eixos.

Saímos faltando 58 segundos para o fim do prazo – detalhe para o tempo no cronômetro sendo consumido pela radiação. Particularmente, fiquei surpresa com nosso êxito, depois de termos “travado” em alguns momentos e perdido minutos preciosos. Vale dizer que, assim como é de praxe no Escape 60, a sala conta com muitos cadeados, dos mais diversos modelos.

Na hora da foto com as plaquinhas – que também é de lei, não importa se o grupo saiu da sala vitorioso ou não, contamos com a colaboração da atendente Beatriz para fazer o registro, que ainda nos sugeriu outras salas X-Treme e nos deixou com ainda mais vontade de conhecê-las.

“Chernobyl – O Silêncio Mortal” está disponível na unidade Moema do Escape 60, localizada na capital paulista. Para fazer a reserva desta e de outras salas, acesse www.escape60.com.br.

Importante: Para chegar à sala, é necessário subir um lance de escadas e dentro do cenário há determinado ponto que pode ser mais complicado de atravessar para quem tem mobilidade reduzida.

por Angela Debellis

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