Direto da Toca: Conhecemos a sala “Experimentos Mortais” do Escape 60

A proposta de imersão total da sala “Experimentos Mortais”, disponível na unidade Santo André do Escape 60, fica clara desde que chegamos à recepção – obrigada pelo atendimento, Marco! – e permanece quando somos postos em frente à porta de entrada. Enquanto ouvimos as explicações do monitor (no nosso caso, o divertido Murilo, que conseguiu nos fazer rir mesmo com toda tensão impregnada no ar), já começamos a ver parte da cenografia pensada para causar certa repulsa.

A trama nos coloca como membros da Força de Investigação Irlandesa responsáveis por invadir o laboratório do Dr. Mark Sheridan – cientista que após cumprir pena de quatro anos pela realização de testes em animais vivos, agora tem humanos como vítimas de seus experimentos mortais – e encontrar provas para incriminá-lo. Tudo é claro, com a pressão costumeira do tempo limite de 60 minutos.

O jogo de fuga do tipo Xtreme conta com a participação de um funcionário que acompanha o grupo em toda sua trajetória. É ele, que no papel de William McGillys (ex-assessor do cientista), vai nos auxiliar na busca por pistas que levem ao êxito na fuga. O papel foi desempenhado pelo monitor Arthur, que merece nosso agradecimento – inclusive pela atenção dada após o término da partida, sanando qualquer tipo de dúvida que pudéssemos ter.

Ainda que a interação dos participantes com o personagem seja fundamental, as pistas são fornecidas naturalmente, de acordo com a evolução do jogo, e de maneira tão eficiente que o grupo permanece com a liberdade e a tarefa de tentar resolver os enigmas por mérito próprio. É claro que se algum integrante achar necessário solicitar uma ajuda maior, também será atendido.

Embora conte com muitos cadeados (dos mais simples aos mais elaborados), os desafios a serem cumpridos para encontrar as combinações corretas para abri-los são muito interessantes e ganham a atenção dos jogadores com facilidade. Existe uma lógica que leva cada pequeno detalhe a outro patamar de importância. Fomos em seis participantes – número máximo permitido na sala – e há momentos para várias habilidades serem postas à prova.

Infelizmente, por uma falta de concentração que nem é muito usual para nossa equipe Escapers Divertidos, perdemos muito tempo na parte inicial do jogo e em outros momentos inesperados, o que nos custou minutos preciosos e que fizeram falta. Chegamos ao enigma final sabendo o que fazer, mas sem tempo hábil para raciocinar e enxergar a resposta que nos levaria à porta de saída. Pelo menos para mim, depois de ter conseguido passar por tantas etapas, foi uma das derrotas mais sentidas que já tivemos.

Importante: A sala fica no andar inferior do estabelecimento e é necessário descer dois lances de escada para chegar até ela. Dentro do cenário não há nenhum tipo de obstáculo que possa ser considerado um impedimento para pessoas com mobilidade reduzida, mas vale dizer que o ambiente conta com uma iluminação bastante reduzida (devido à própria temática que prega que o Dr. Mark gostava de trabalhar no escuro), o que pode ser um incômodo para quem tem alguma limitação visual.

Para informações e reservas, acesse: www.escape60.com.br.

por Angela Debellis

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