Direto da Toca: Fomos ao Escape 60 conhecer a sala “A Ilha dos Dinossauros”

Créditos: Divulgação / Escape 60′

Mais um Jogo de Fuga, mais uma experiência única ao lado dos companheiros de equipe Escapers Divertidos. Dessa vez, enfrentamos os desafios da Sala “A Ilha dos Dinossauros”, que está disponível na capital Paulista, na unidade Tatuapé do Escape 60.

Assumimos o papel de paleontólogos que, após um acidente, precisam restabelecer a energia elétrica das instalações da Dino Genetics – laboratório que possui espécimes vivas de criaturas jurássicas – a fim de evitar a fuga dos animais e um consequente problema de grandes proporções (literalmente).

Estávamos em seis jogadores (é possível jogar com grupos de três a dez integrantes) e esse me pareceu um número bem adequado, para que todos conseguissem transitam pelos ambientes, não só tentando descobrir as respostas, mas sem esbarrar em seus companheiros de fuga.

Depois de tantos anos e inúmeras salas, a equipe concordou que essa foi uma das mais difíceis que já conhecemos, o que significa ser uma ótima pedida para escapers veteranos, mas que pode confundir um pouco os novos fugitivos que não conhecem a dinâmica das partidas.

Passamos quase 20 minutos sem conseguir chegar a nenhuma resposta, mesmo solicitando dicas (prontamente passadas pelo monitor Danilo, que foi de imensa ajuda para que conseguíssemos dar um andamento nas tarefas).

É preciso muita atenção a mínimos e a perspicácia de saber ligar os elementos dispostos nos ambientes. Um item que parecer completamente aleatório, talvez não seja tão descartável assim, enquanto outro que der indícios de importância, pode se caracterizar apenas como uma pista falsa.

Como é padrão, nenhum enigma exige esforço físico ou grandes movimentações de itens dos cenários (mesmo que essa seja a impressão em alguns momentos). Com vários enigmas dispostos simultaneamente, o ideal é definir funções: quem vai ficar com a prancheta para anotações – importantíssima durante o jogo – quem tem mais habilidade para colocar senhas em cadeados, quem prefere ficar com as partes de raciocínio lógico. Isso deve poupar um bom e precioso tempo.

A sala fica no primeiro andar do estabelecimento, então é necessário subir um lance de escadas para chegar a ela. Seu interior é bastante escuro e a maior parte dos desafios necessita de lanterna para serem cumpridos (cedidas em determinado ponto do jogo), uma vez que há vários detalhes que não seriam percebidos, devido à baixa iluminação.

Crédito: Clóvis Furlanetto

Embora eu tenha pensado que falharíamos na missão, depois de mais da metade do prazo de 60 minutos já tendo passado, finalmente, conseguimos nos ajustar à proposta e encontrar um ritmo. O que nos levou a escapar restando 2 minutos e 58 segundos.

Fiquei bem satisfeita com nosso êxito (mas, a verdade é que deixar os dinos escaparem nem me parecia uma ideia tão ruim assim!). Nosso agradecimento às assessoras Maria e Sofia, por mais essa oportunidade incrível.

Para mais informações e reservas, acesse: www.escape60.com.br.

Aqui no site há várias resenhas de outras salas que já conhecemos com nossos colegas de equipe Escapers Divertidos, para ajudar na escolha de suas próximas aventuras.

por Angela Debellis

Filed in: Direto da Toca, Saia da Toca

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